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1º Bispo: D. Henrique César Fernandes Mourão
(1925-1935);
2º Bispo: D. Otaviano Pereira de Albuquerque, Arcebispo (1935-1949);
3º Bispo: D. Antônio de Castro Mayer (1949-1981);
4º Bispo: D. Carlos Alberto Etchandy Gimeno Navarro (1981-1990);
5º Bispo: D. João Corso (1990-1995);
6º Bispo: D. Roberto Gomes Guimarães (desde 07.01.96)
atual Bispo Diocesano.
Bispo
D. Henrique César Fernandes Mourão
Bispo
D. Otaviano Pereira de Albuq. - Arcebispo

Bispo
D. Antônio de Castro Mayer

Bispo
D. Carlos Alberto Etchandy Gimeno Navarro

Bispo
Emérito D. João Corso D.B.
 Foi
nomeado Bispo de Campos por sua Santidade o papa João Paulo
II no dia 12 de outubro de 1990 sendo sagrado e tomando posse em
nossa cidade em 8 de dezembro do mesmo ano na festa da Imaculada
Conceição de Maria presidida por D. Carlos Alberto
Navaro seu antecessor, já Arcebispo de Niterói.
Nasceu
em Cajobi - São Paulo na Diocese de Barretos em 1928. Professou
na Congregação Salesiana de D. Bosco em 1944 e ordenado
Presbítero em 1953 é Doutor em direito canônico
na universidade pontifícia Salesiana de Roma (1957), com
diploma em sociologia pastoral (Roma) em regência e canto
gregoriano (Rio de Janeiro) além de outra especializações
pastorais.
Antes
de se tornar Bispo trabalhava em casa de informações
religiosas e sacerdotal por mais de 30 anos, dentre elas estão
os institutos Pio XI de São Paulo por 25 anos, na Universidade
Pontifícia Salesiana de Roma e no Instituto de Direito Canônico
do Rio de Janeiro
Foi
Professor de Direito Canônico e Direito Civil comparado, Moral
Fundamental, Teologia Espiritual, Pastoral Paroquial e Cultural
Religiosa. Foi também promotor de justiça e defensor
do vinculo por 7 anos, Vigário Judicial e Presidente do Tribunal
Regional de Apelação de São Paulo por mais
de 5 anos, e ainda Consultor da Comissão para Interpretação
do Código de Direito Canônico e da Congregação
para o Clero, e Pároco em São Paulo e em São
Carlos se dedicando ás Pastorais Paroquial Familiar
Como
Bispo D. João Corso marcou por suas obras como por exemplo
à construção de Seminário Menor Maria
Imaculada e reforma do Centro Diocesano de Pastoral, criação
de novas paroquiais aumentando o território da Diocese, e
um pouco antes de deixar Campos reformou a residência episcopal
respeitando seu estilo e arquitetura.
Por
motivos de saúde pediu exoneração e desde 22
de novembro de 1995 passou a responder como administrador Apostólico,
tarefa desempenhada até a sua ordenação e posse
de D. Roberto Gomes Guimarães seu sucesso hoje D. João
Corso é presidente do Tribunal Eclesiático Regional
do Rio de Janeiro e Bispo Emérito de Campos.
D.
Roberto Gomes Guimarães 
D.
Roberto nasceu em Campos em 1936. Em 1950 iniciou seus estudos eclesiáticos
no Seminário Arquiocesano. São José de Niterói.
Terminando o Seminário Menor estudou Filosofia no Seminário
Arquiocesano São José, Mariana , Minas Gerais, concluindo
também Teologia. Em 1961 ordenou-se sacerdote na Catedral
Basilica Menor do Santíssimo Salvador.
Foi
professor de Seminário da Basilica Menor de Maria Imaculada
em Varre-Sai, Vigário Paroquial em Natividade (1964), em
São Fidélis (1965 a 1967) - sendo professor do Ginásio
Fidelense - e de Lage de Muriaé (1967- 1968), Pároco
em São Benedito, Itaperuna (1968 - 1973) e em São
José do Avahy também em Itaperuna (1973 - 1995).
Em
1981 ficou encarregado do Seminário do Seminário Diocesano
de Maria Imaculada, coordenador da Pastoral Vocacional, de Catequese
e Dir. Diocesano da Educação Religiosa da Rede Estadual.
E ainda integrou o conselho Presbiterial. Foi nomeado vigário
geral da diocese de Campos em 1994 e por sua santidade o Papa João
Paulo II Bispo Diocesano de Campos em 1995.
A
Sagração Episcopal e a posse se deram em 7 de janeiro
de 1996, festa da Epifania do Senhor, na Catedral - Basílica
Menor do Santíssimo Salvador.

BRAZÃO EPISCOPAL
O
Brasão representa a tríplice missão do bispo:
santificar, ensinar e reger.
O encargo de
santificar o povo de Deus está significado pelo símbolo
da SS. Eucaristia, centro de toda a liturgia.
É no
mistério eucarístico que se torna presente o sacrificio
redentor de Jesus Cristo, fonte das graças de santificação.
O fundo vermelho
lembra o vinho, matéria também escolhida por Jesus
para o sacramento eucarístico, no qual se perpetua sua presença
santificadora na vida da Igreja.
A função
de ensinar é representada pela Cúpula da basílica
de S. Pedro, em Roma.
O magistério
do bispo só é autêntico, enquanto proceder em
total comunhão com o Papa. A atitude de absoluta fidelidade
à voz do Romano Pontífice 0. fator fundamental para
a unidade da Santa Igreja.
O campo verde
fala da viva presença de se alcançar a desejada unidade
eclesial, em torno da pessoa do Sumo Pontífice.
O ofício
de conduzir o rebanho está sintetizado no lema: "PROCURAREI
MINHAS OVELHAS. (Ez 34,11)
Esta é
também tarefa específica do bispo, a exemplo de Jesus,
Bom Pastor, indo sempre ao encalco das ovelhas.
Conforme o
significado da palavra, vale observar que não se trata do
procurar, apenas, com os olhos, mas acima do tudo com o afeto do
coração.
O campo azul,
À direita, externa uma homenagem filial a Mãe de Jesus
e Mãe da Igreja, sob cujo patrocínio coloco o ministério
episcopal.
A letra inicial
do nome de Maria é uma alusão ao rio Paraíba,
0 rio de N. Senhora Aparecida, e que banha grande parte da diocese
de Campos. Estas mesmas águas foram matéria do Sacramento
de meu batismo, realizado aos 6 de fevereiro de 1936, na Catedral
do SS. Salvador.
A flor de lís
se refere a realeza de Maria Santíssima, não apenas
como descendente da familia real de David, mas tambem como Mãe
de Jesus, Filho do Altíssimo, cujo reinado não terá
fim, e que goza de senhorio absoluto.
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